O homem e o boi
Depois da crise econômica, a Europa agora conhece a crise social. Um após o outro, os países europeus caem.
Antigos modelos de desenvolvimento até então vendidos como exemplo de sucesso, como a Irlanda (o "tigre celta"), expõem a olhos nus o apodrecimento de seu sistema financeiro. Outros, como Portugal, mostram claramente como não tinham nenhuma margem de manobra para se contrapor à "desconfiança do mercado". Países como o Reino Unido anunciam a supressão de 400 mil empregos no serviço público e o fim efetivo da educação pública universitária. A França parte para a milésima reforma da sua previdência social.
Diante de tal situação de catástrofe que parece nunca terminar, todos os países europeus conhecem só uma resposta: "plano de austeridade". A escolha da palavra é uma pérola. Afinal, quem poderia ser contra a retidão moral da austeridade a não ser crianças mimadas, acostumadas ao desperdício e àquilo que um ministro britânico teve a coragem de chamar de "cultura da dependência", produzida, segundo ele, pelo Estado do bem-estar social?
Mas é engraçado ver como nos escondemos atrás das palavras. Se quiséssemos realmente respeitá-las, "austeridade" deveria significar ser austero e duro contra aqueles que produziram tal crise, ou seja, o sistema financeiro.
Significaria não instaurar um verdadeiro "capitalismo de espoliação", no interior do qual o sistema financeiro espolia o Estado chantageando-o com a ameaça da propagação de uma crise que, no fundo, já se propagou. Significaria não pegar dinheiro do povo para pagar "stock-options" de executivos especialistas em maquiar balanços. Melhor seria decretar moratória, controle estrito de capitais e, se necessário, quebra de contratos.
Mas os governos europeus preferem transformar a "austeridade" em uma cortina de f umaça que visa esconder o mais brutal processo de pauperização social e de desmantelamento de redes de assistência que o continente conheceu. Tudo isso embalado em uma xenofobia cínica, que tenta fazer acreditar que o problema está na fronteira, quando ele está no coração da City.
Contra isso, vemos as populações europeias radicalizando sua insatisfação através de greves gerais e manifestações constantes.
Certamente, este é apenas o começo. A era das mobilizações volta paulatinamente.
Porque logo os europeus aprenderão a beleza da poesia de Torquato Neto, o mesmo que escreveu: "Leve um homem e um boi ao matadouro; aquele que berrar é o homem.
Mesmo que seja o boi".
O que faz do homem um homem é sua capacidade de gritar quando quem o governa lhe oferece a pura e simples imagem do matadouro.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
terça-feira, 30 de novembro de 2010
TIMON O LIXO DECORA O NATAL

Lixo e muita sujeira nas ruas de Timon(02)
Achar uma lixeira pública, as chamadas "papeleiras" destinadas a recolher papéis, latas e pequenos objetos descartados por transeuntes, pode ser uma tarefa de detetive para quem anda nas ruas da cidade de Timom. Se você morar em um bairro longe do Centro e de pouca circulação de pedestres, a saga, então, é impossivel. Vide mutirão, vila do BEC, Cidade nova,....
Em postes e paradas de ônibus, locais que geralmente concentram esses equipamentos, no lugar deles há papelão e lixo doméstico jogados por moradores e esquecidos pela administraçao pública(pelo menos deveria ser). E os poucos que restam são alvo de ataque e destruição. A prefeitura admite a ineficencia ao tempo que empurra a culpa da sujeira para a populaçao, dizendo ser esta mal educada. Se a populalaçao é mal educada de quem é a responsabilidade da falta de educação? Com a palra o ESTADO em timon reprersentado pela Prefeita e os demais poderes., sobretudo o legislativo que possui a obrigação de fiscalizar e nao tao somente minguar as benesis do erário.. Enquanto isso, meios-fios e calçadas ficam à mercê da sujeira. Nem lugares turísticos são poupados da ausência das lixeiras. No povoado Açude as margens do Riacho do Pinto e apenas 6 Km do centro de Timon a sujeira é estarrecedora. O povoado é privilegiado com um logradouro natural onde as pessoas se deslocam para o veraneio e por ser o unico balnearam de Timom situado em area publica é frequentado por pessoas simples que nao possuem outra opçao de lazer. A prefeitura sequer sabe que o balneario existe. Nao existe coletores de lixo e garrafas, sacos plásticos e outro materiais de dificil deteriozaçao sao lançados no leito do riacho.
Em postes e paradas de ônibus, locais que geralmente concentram esses equipamentos, no lugar deles há papelão e lixo doméstico jogados por moradores e esquecidos pela administraçao pública(pelo menos deveria ser). E os poucos que restam são alvo de ataque e destruição. A prefeitura admite a ineficencia ao tempo que empurra a culpa da sujeira para a populaçao, dizendo ser esta mal educada. Se a populalaçao é mal educada de quem é a responsabilidade da falta de educação? Com a palra o ESTADO em timon reprersentado pela Prefeita e os demais poderes., sobretudo o legislativo que possui a obrigação de fiscalizar e nao tao somente minguar as benesis do erário.. Enquanto isso, meios-fios e calçadas ficam à mercê da sujeira. Nem lugares turísticos são poupados da ausência das lixeiras. No povoado Açude as margens do Riacho do Pinto e apenas 6 Km do centro de Timon a sujeira é estarrecedora. O povoado é privilegiado com um logradouro natural onde as pessoas se deslocam para o veraneio e por ser o unico balnearam de Timom situado em area publica é frequentado por pessoas simples que nao possuem outra opçao de lazer. A prefeitura sequer sabe que o balneario existe. Nao existe coletores de lixo e garrafas, sacos plásticos e outro materiais de dificil deteriozaçao sao lançados no leito do riacho.
Na Avenida Getulio Vargas, o retrato do improviso: uma lixeira doméstica que "serve" como depósito de lixo em frente ao supermercado Carvalho om lixo simplismente se encontra mno passeio da avenida como se fosse um cartao postal para os traseuntes e motorisata que por ali obrigatoriamente tem que passar. O acúmulo deste lixo nos locais inadequados, além de poder provocar sérios problemas sanitários à toda população da cidade, apresenta inconvenientes estéticos e exala mau cheiro. Os depósitos de lixo são uma fonte de moscas e ratos que além de incomodar podem transmitir inúmeras doenças. O problema pode ser evitado com a colocaçao de lixeiras e papeleiras e o devido processo de educação da população. O processo de coleta seletiava e o emprego do material necessario custaria menos da metade do que é gasto em tratamento com doenças originarias da falta de higiene da cidade. Uma soluçao simples para um problema complexo. Infelismente teria muito sentido e repercussao se o assunto que aborto fosse uma excessão à regra e um fato isolado de uma cidade de medio porte como Timon, porem não é lamentavelmente é a regra veja a reportagem publicada na Tribuna do sol em Janeiro de 2010 pórtanto a 11 meses passados mas que fala da mazela presente.
Timon 30 de noembro de 2010
Paulo Bandeira
Lixo e muita sujeira nas ruas de Timon(01)
Dayse PortelaDo Timon FM
Em 2010, apesar da esperança de fim de ano, a realidade das ruas de Timon não mudou muito, continua cheia de lixo e mal-cheirosa. A cidade se tornou um verdadeiro lixeiro a céu aberto.O depósito de lixo nas ruas do município de Timon permaneceu da mesma forma após as festas de Natal e Reveillon. O secretário de limpeza, Jeovane Ferreira, até fez uma campanha de limpeza no final de 2009 e solicitou a ajuda do comandante da polícia Militar, Major Sipaúba, para que fossem cedidos policiais militares para acompanhar os fiscais nas notificações dos autores deste problema.Entretanto, é necessário que haja muito mais investimentos do governo municipal, disponibilizando uma estrutura suficientemente grande para um município com as dimensões de Timon.A Avenida 3, uma das principais de Timon, não foge à realidade. É possível encontrar no local um misto de falta de consciência da população e deficiência da secretaria transformaram o canteiro central num grande lixão.Além de lixo domiciliar, restos de materiais de construção e galhos de árvores podem ser encontrados no local emporcalhando a cidade.Enquanto a prefeitura não resolve o problema da limpeza, a cidade vai acumulando lixo e reclamações da população, o que só contribui para o desgaste da administração junto aos timonenses.
Dayse PortelaDo Timon FM
Passado Feliz
PASSADO FELIZ
( homenagem à Antonio Luis de Sousa, amigo de meu avô Titôr, meu pai Deusdeth e meu amigo)
COMECEI NAMORAR COM DOZE ANOS
MAIS DE MIL PLANOS FIZ EM MINHA MOCIDADE
ENQUANTO MÔÇO FUI QUERIDO E VAIDOSO
POR SER GOSTOSO AMAR SÓ POR VAIDADE
MUITO BOEMIO FUI EM, MINHA JUVENTUDE
VIDA E SAÚVE TUDO VINHA PARA MIM
EU FIZ PENSANDO NO VIGOR DA VAIDADE
QUE A MOCIDADE NUMCA MAIS TERIA FIM
NUNCA PENSEI QUE DEPOIS DA MENINICE
VINHA A VELHICE COMO TODO MUNDO DIZ
NA MINHA INFÂNCIA GOZEI TUDO QUE EU QUERIA
NA BOEMIA NUNCA AMEI A NINGUEM
HOJE ME VEJO EM UM CANTO ABONDONADO
APAIXONADO RECORDANDO A QUEM AMEI
SOFRENDO ANGÚSTIA MEU CORAÇÃO VIVE PRESO
PELO DESPREZO QUE SEM MOTIVO EU TE DEI
É BOM QUE SOFRA QUEM JÁ FEZ ALGUEM SOFRER
PARA SABER O QUE A CONSCIÊNCIA DIZ
CHORO E RECLAMO E FINDO ME CONFORMANDO
ESTOU PAGANDO O QUE NO PASSADO EU FIZ
( homenagem à Antonio Luis de Sousa, amigo de meu avô Titôr, meu pai Deusdeth e meu amigo)
COMECEI NAMORAR COM DOZE ANOS
MAIS DE MIL PLANOS FIZ EM MINHA MOCIDADE
ENQUANTO MÔÇO FUI QUERIDO E VAIDOSO
POR SER GOSTOSO AMAR SÓ POR VAIDADE
MUITO BOEMIO FUI EM, MINHA JUVENTUDE
VIDA E SAÚVE TUDO VINHA PARA MIM
EU FIZ PENSANDO NO VIGOR DA VAIDADE
QUE A MOCIDADE NUMCA MAIS TERIA FIM
NUNCA PENSEI QUE DEPOIS DA MENINICE
VINHA A VELHICE COMO TODO MUNDO DIZ
NA MINHA INFÂNCIA GOZEI TUDO QUE EU QUERIA
NA BOEMIA NUNCA AMEI A NINGUEM
HOJE ME VEJO EM UM CANTO ABONDONADO
APAIXONADO RECORDANDO A QUEM AMEI
SOFRENDO ANGÚSTIA MEU CORAÇÃO VIVE PRESO
PELO DESPREZO QUE SEM MOTIVO EU TE DEI
É BOM QUE SOFRA QUEM JÁ FEZ ALGUEM SOFRER
PARA SABER O QUE A CONSCIÊNCIA DIZ
CHORO E RECLAMO E FINDO ME CONFORMANDO
ESTOU PAGANDO O QUE NO PASSADO EU FIZ
Saudade de Minha Terra
SAUDADE DE MINHA TERRA
Refrão
O QUE EU NÃO POSSO TIRAR
NUNCA DA MINHA LEMBRÂNÇA
É UM PEDAÇO DE TERRA
QUE VIVI QUANDO CRIANÇA
PEÇO A DEUS A TODO O MOMENTO
PRA ME LEVAR ONDE FOI MEU NASCIMENTO
Bis
QUANDO CRIÂNÇA FUI MUITO FELIZ
FAZIA TUDO QUE EU SEMPRE QUIZ
DEPOIS TIVE QUER DEIXAR MEU LAR
SO EM PASSEIOS POSSO REGRESSAR
SINTO SAUDADE DOS MEUS PARENTES
E DOS AMIGOS QUE DEIXEI PRA TRAZ
SÓ RESTA A DOR MORANDO NO MEU PEITO
LEMBRANDO OS TEMPOS QUE NÃO VOLTAM MAIS
NA SANTA RITA AI QUE ALEGRIA
E LÁ NAS BICAS SUAS AGUAS FRIAS
PRA CONSAGRAR UM BANHO POÇÃO
FAZ LEMBRAR QUE FUI CRIÃNÇA UM DIA
CANELA DE FERRO MEU CHAFARIZ
AH SAUDADE QUE ME DAR DE TÚ
DA CACHOEIRA ONDE CACEI ROLINHAS
DO BANHO MORNO DO RIACHO DA DUDU
Refrão
LEMBRAR O CRUZEIRO LEMBRA O ARIRUÍ
LEMBRO OS AMIGOS QUE DEIXEI ALÍ
.
BOCA DE FORNO RONDA E BANDEIRINHA
DA ÁGUA MORNA DA NOSSA FONTINHA
SÓ A SAUDADE MORA NO MEU PEITO
FELICIDADE JÁ NÃO VOLTA M, AIS
ÁGUAS TEIMOSAS MOLHAM O MEU ROSTO
JÁ QUE NA FONTE NÃO SE MOLHA MAIS
NA FÉRTIL VARZEA VERDE ARROZEIRO
NO BATICUM JANUCA PAGODEIRO
DE NECA PRETO AVANTE ANGICALENSE
MEU PUEIRÃO FUI SEU PELADEIRO
MEU RIACHÃO DE LINDAS ÁGUAS E PURA
DAS TRAVESSURAS FINAIS DE SEMANA
MEU PAU DE TERRA DE GAMELA E RONCA
MONTEVIDÉU DOCE MULHER DAMA
Refrão
LEMBRO A PRAÇA O PRIMEIRO AMOR
MEU FLANBOANT CÁ AINDA ESTOU
NA TUA SOMBRA ELA DECLAROU
QUE A DESPEDIDA FAZ CHORAR DE DOR
SAUDADE AFLORA CADA DIA É MAIS
A VIL DISTÂNCIA FAZ-ME PASSAR MAL
VIVER SEM ELA E SEM MEU TORRÃO
SO EU SEM MIM E SEM MEU ANGICAL
Refrão
O QUE EU NÃO POSSO TIRAR
NUNCA DA MINHA LEMBRÂNÇA
É UM PEDAÇO DE TERRA
QUE VIVI QUANDO CRIANÇA
PEÇO A DEUS A TODO O MOMENTO
PRA ME LEVAR ONDE FOI MEU NASCIMENTO
Bis
QUANDO CRIÂNÇA FUI MUITO FELIZ
FAZIA TUDO QUE EU SEMPRE QUIZ
DEPOIS TIVE QUER DEIXAR MEU LAR
SO EM PASSEIOS POSSO REGRESSAR
SINTO SAUDADE DOS MEUS PARENTES
E DOS AMIGOS QUE DEIXEI PRA TRAZ
SÓ RESTA A DOR MORANDO NO MEU PEITO
LEMBRANDO OS TEMPOS QUE NÃO VOLTAM MAIS
NA SANTA RITA AI QUE ALEGRIA
E LÁ NAS BICAS SUAS AGUAS FRIAS
PRA CONSAGRAR UM BANHO POÇÃO
FAZ LEMBRAR QUE FUI CRIÃNÇA UM DIA
CANELA DE FERRO MEU CHAFARIZ
AH SAUDADE QUE ME DAR DE TÚ
DA CACHOEIRA ONDE CACEI ROLINHAS
DO BANHO MORNO DO RIACHO DA DUDU
Refrão
LEMBRAR O CRUZEIRO LEMBRA O ARIRUÍ
LEMBRO OS AMIGOS QUE DEIXEI ALÍ
.
BOCA DE FORNO RONDA E BANDEIRINHA
DA ÁGUA MORNA DA NOSSA FONTINHA
SÓ A SAUDADE MORA NO MEU PEITO
FELICIDADE JÁ NÃO VOLTA M, AIS
ÁGUAS TEIMOSAS MOLHAM O MEU ROSTO
JÁ QUE NA FONTE NÃO SE MOLHA MAIS
NA FÉRTIL VARZEA VERDE ARROZEIRO
NO BATICUM JANUCA PAGODEIRO
DE NECA PRETO AVANTE ANGICALENSE
MEU PUEIRÃO FUI SEU PELADEIRO
MEU RIACHÃO DE LINDAS ÁGUAS E PURA
DAS TRAVESSURAS FINAIS DE SEMANA
MEU PAU DE TERRA DE GAMELA E RONCA
MONTEVIDÉU DOCE MULHER DAMA
Refrão
LEMBRO A PRAÇA O PRIMEIRO AMOR
MEU FLANBOANT CÁ AINDA ESTOU
NA TUA SOMBRA ELA DECLAROU
QUE A DESPEDIDA FAZ CHORAR DE DOR
SAUDADE AFLORA CADA DIA É MAIS
A VIL DISTÂNCIA FAZ-ME PASSAR MAL
VIVER SEM ELA E SEM MEU TORRÃO
SO EU SEM MIM E SEM MEU ANGICAL
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